terça-feira, 3 de abril de 2012

A lei da causalidade




A lei da causalidade
Prof. Luís Lopes

Este tema é hoje explicado segundo a realidade do momento, segundo os paradigmas culturais atuais.

No entanto, há milénios que o homem e as filosofias da antiguidade observam o quotidiano e as leis naturais que o regem.

Assim sendo, puderam observar que determinadas ações produzem determinados resultados. Essa é a lei da causalidade. Lei esta que segue o mesmo princípio da gravidade, ou seja, existe causa e efeito, ação e reação, tal como sabemos que ao atirar uma caneta para cima ela irá cair; sabemos que qualquer ação despoleta uma reação, que cada efeito é produzido por uma causa.

Essa lei universal aplica-se desde as coisas mais simples às mais complexas. As consequências do momento são resultados de ações do passado. 

Existe uma alegoria, utilizada pelo educador e filósofo DeRose, que retrata o mecanismo de funcionamento da Lei da Causalidade.

A História do Arqueiro

Somos arqueiros de detém um arco e flechas. Esse arqueiro tem três fases de ação:

1. A passividade, em que decide não fazer uso do arco e da flecha;

2. Colocar a flecha no arco, o arco em mira. Decidir em que direção irá lançar a flecha, qual a intensidade do disparo e por fim pode decidir não disparar ou qual o momento do disparo;

3. O arqueiro dispara e a ação é despoletada. A flecha segue em movimento, sujeita agora às circunstâncias como vento, chuva, intercepção por outros objetos, etc.

O arqueiro domina 2/3 dessa ação. Quando a flecha é lançada e se inicia a ação, existe uma parte que não dominamos, que não depende de nós. Mas, mesmo assim, podemos atenuar esse terço que não dominamos, até que a ação se esgote. Tornando a viagem, que é o percurso da flecha, o mais satisfatória possível.


Para ler mais sobre o assunto: 
Tratado de Yôga, do educador DeRose


sexta-feira, 23 de março de 2012

Você está insatisfeito?

Texto extraído do livro Boas Maneiras, Educador DeROSE


Obstáculos e dificuldades fazem parte da vida.
E a vida é a arte de superá-los.
DeRose

Meio século de magistério me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: sua insatisfação.

Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais, academias desportivas, universidades, escolas, empresas, federações, fundações...Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento.

Em todos os agrupamentos humanos há uma força de coesão chamada egrégora. Pela lei de ação e reação, toda força tende a gerar uma força oponente. Por isso, nesses mesmos agrupamentos surgem constantemente pequenos desencontros. Estes passam a ganhar contornos dramáticos pela refração de uma ótica egocêntrica que só leva em conta a satisfação das expectativas de um indivíduo isolado que analisa os fatos de acordo com suas próprias conveniências.

Noutras palavras, se os fatos pudessem ser analisados sem a interferência deletéria dos egos, constatar-se-ia que nada há de errado com aqueles fatos, a não ser a instabilidade emocional de quem os vivencia. Instabilidade essa que é congênita em todos os seres humanos. Uma espécie de erro de projeto original, que ainda está em processo de evolução. Afinal, somos uma espécie extremamente jovem em comparação com as demais formas de vida do planeta. Estamos na infância da nossa evolução e, como tal, cometemos inapelavelmente as imaturidades naturais dessa fase.

Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores, da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho, reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados...Quanta coisa para reclamar, não é?

Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!

Já na antiguidade, os hindus observaram esse fenômeno da endêmica insatisfação humana e ensinaram como solucioná-la:

"Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles."

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é maturidade!

A outra atitude é neurótica, pois jamais você poderá modificar pessoas ou instituições para que se ajustem aos seus desejos. Não seja um desajustado.

Então, vamos parar com isso. Vamos aceitar as pessoas e as coisas como elas são. E vamos tratar de gostar delas Você vai notar que elas passam a gostar muito mais de você e que as situações que antes lhe pareciam inamovíveis, agora se modificam espontaneamente, sem que você tenha que cobrar isso delas. Experimente. Você vai gostar do resultado!






















domingo, 18 de março de 2012

Crise = Risco + Oportunidade












Crise = Risco + Oportunidade

Uma vez, um senhor humilde tinha uma carrocinha de hot-dog.
Com aquele modesto negócio havia mantido a família e educado o filho, que se formara num curso superior de economia.
Com a experiência que só os anos conferem, o senhor fez planos de expansão. Mandaria elaborar uma placa para aumentar a visibilidade da sua carroçinha de cachorro-quente e solicitaria facturar o pagamento do luminoso para dali a 30 dias.
Nesse meio tempo, negociaria com os fornecedores a compra de uma quantidade bem maior de pão e de salsicha para obter melhores preços, pois a placa incrementaria a clientela e isso permitiria contratar maior fartura de pães e salsichas. Com a redução do custo e o aumento da procura, pagaria facilmente a placa. A partir do segundo mês, era só contabilizar os lucros.
Tudo se encaixava. O plano era bom, mas convinha consultar o filho, pois o senhor era uma pessoa simples e o garotão "havia cursado uma faculdade".

Tomando conhecimento dos projectos do velho pai, o jovem criticou-o severamente: "Então, papai, você não percebe que o país está em crise? A economia está instável. Não é o momento para arriscar. Você está por fora. Será que não lê jornais? Eu, que entendo de Economia e Administração, desaconselho essa aventura."

Então, o experiente senhor não mandou fazer a placa luminosa, não aumentou a procura, não conseguiu baixar os custos e, como o país estava em crise...faliu!


quinta-feira, 15 de março de 2012

Eu me lembro
Um relato poético da saga de um povo que viveu e lutou em algum lugar do passado.


"As repreensões

Quando nós, crianças, fazíamos algo que não devíamos, meus pais e todos os mais velhos costumavam abraçar-nos de uma maneira peculiar e ficavam quietinhos nos embalando. Com isso, já sabíamos que havíamos feito algo que havia entristecido alguém. Aí, abraçávamos forte em retribuição, e isso significava que estávamos arrependidos pela nossa atitude. Quando a tristeza passava, começávamos a arrulhar e esfregar carinhosamente o rosto sobre o cabelo, ou sobre o peito do outro, e isso significava que a mágoa havia terminado. Essa era nossa maneira de admoestar as crianças e era também assim que os adultos manifestavam suas rusgas conjugais. Não era costume entre nós contender verbalmente, acusar, ou esperar que o outro aceitasse "sua culpa" e se desculpasse, enfim, todas aquelas complexidades do relacionamento humano tão comuns noutras culturas."


Faça download gratuito deste livro : D
http://www.metododerose.org/downloads/

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


sábado, 25 de fevereiro de 2012 | Autor: 
Compartilhe e discuta com os amigos este capítulo do nosso livro Tratado de Yôga.
Se apreciar, procure-o nas livrarias e  indique-o a quem gostar de Yôga.

Nada nasce já clássico
Não há nada de novo, a não ser o que foi esquecido.Rose Bertin
Em nossos estudos e mais de 20 anos de viagens à Índia detectamos um erro gravíssimo cometido pela maior parte dos autores de livros e pela maioria dos professores. Declaram eles com frequência que o mais antigo é o Yôga Clássico, do qual ter-se-iam originado todos os demais. É muito fácil provar que estão sofrendo de cegueira paradigmática. Para começo de conversa, nada nasce já clássico. A música não surgiu como música clássica. Primeiro nasceu a música primitiva que foi origem de todas as outras até que, muito tempo depois, apareceu a música clássica. A dança é outro exemplo eloquente. Primeiro surgiu a dança primitiva que deu origem a todas as outras modalidades e precisou consumir milhares de anos até chegar a um tipo chamado dança clássica. Nada nasce já clássico. E assim foi com a nossa tradição ancestral. Inicialmente, nasceu o Yôga Primitivo, Pré-Clássico, pré-ariano, pré-vêdico, proto-histórico. Ele precisou se transformar durante milhares de anos para chegar a ser considerado Clássico. Provado está que o Yôga Clássico não é o mais antigo, consequentemente, não nasceram dele todos os demais – o Pré-Clássico, por exemplo, não nasceu dele.
Além dessa demonstração, nas escavações em diversos sítios arqueológicos foram encontradas evidências de posições de Yôga muito anteriores ao período clássico; e textos que precederam essa época já citavam o Yôga, como é o caso das Upanishadas e da Bhagavad Gítá (muito anteriores ao Yôga Clássico).
É interessante porque, ao mesmo tempo em que todos os autores afirmam que o Yôga tem mais de 5000 anos de existência, a maioria declara que o mais antigo é o Clássico, o qual foi surgir apenas no século terceiro antes da Era Cristã, criando uma lacuna de 3000 anos, o que constitui incoerência, no mínimo, em termos de matemática!
Mas como doutos escritores e Mestres honestos puderam cometer um erro tão primário?
Acontece que a Índia foi ocupada pelos áryas, cujas últimas vagas de ocupação ocorreram a cerca de 1500 a.C. Isso foi o golpe de misericórdia na Civilização do Vale do Indo, de etnia dravídica. Conforme registraram muitos historiadores, os áryas eram na época um povo nômade guerreiro sub-bárbaro. Precisou evoluir mil e quinhentos anos para ascender à categoria de bárbaro durante o Império Romano. A Índia foi o único país que, depois de haver conquistado a arte da arquitetura, após a ocupação ariana passou séculos sem arquitetura alguma, pois seus dominadores sabiam destruir, mas não sabiam construir, já que eram nômades e viviam em tendas de peles de animais.
Como sempre, “ai dos vencidos”. Os arianos aclamaram-se raça superior (isto lembra-nos algum evento mais recente envolvendo os mesmos arianos?) promoveram uma “limpeza étnica” e destruíram todas as evidências da civilização anterior. Essa eliminação de evidências foi tão eficiente que ninguém na Índia e no mundo inteiro sabia da existência da Civilização do Vale do Indo, até o final do século XIX, quando o arqueólogo inglês Alexander Cunningham decidiu investigar umas ruínas em 1873. Por isso, as Escrituras hindus ignoram o Yôga Primitivo e começam a História no meio do caminho, quando esse nobre sistema já havia sido arianizado.
Tudo o que fosse dravídico era considerado inferior, assim como o fizeram nossos antepassados europeus ao dizimar os aborígenes das Américas e usurpar suas terras. O que era da cultura indígena passou a ser considerado selvagem, inferior, primitivo, indigno e, até mesmo, pecaminoso e sacrílego. Faz pouco menos de quinhentos anos que a cultura européia destruiu as Civilizações Pré-Colombianas e já quase não há vestígio das línguas (a maioria foi extinta), assim como da sua medicina, das suas crenças e da sua engenharia que construiu Machu Picchu, as pirâmides da América Latina, os templos e as fortalezas, cortando a rocha com tanta perfeição sem o conhecimento do ferro e movendo-as sem o conhecimento da roda.
Da mesma forma, na Índia, após 3500 anos da ocupação ariana, não restara vestígio algum da extinta Civilização Dravídica. O Yôga mais antigo? “Só podia ser ariano!” Descoberto o erro histórico há mais de cem anos, já era hora de os autores de livros sobre o assunto pararem de simplesmente repetir o que outros escreveram antes dessa descoberta e admitirem que existira, sim, um Yôga arcaico, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, que era muito mais completo, mais forte e mais autêntico, justamente por ser o original.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Crumble de maça e aveia


Receitas de Crumble de aveia com maçã


Ingredientes:

1 e 1/2 chávena (chá) de aveia em flocos finos;
100 grs. de manteiga;
1 colher (sopa) de farinha de trigo;
2 colheres (sopa) de açúcar mascavo;
1 colher (sopa) de uvas passas;
2 colheres (sopa) de nozes picadas;
4 maças (fuji) ou maças verdes;
Sumo de meio limão;
1 colher de manteiga para untar a forma.

Modo de preparo:

Pré-aqueça o forno a 180 graus (temperatura média). 

Derreta a manteiga. 

Numa tigela, misture a aveia, a farinha, o açúcar mascavo,.as nozes e uvas passas. Junte a manteiga derretida e envolva bem os ingredientes formando uma farofa. Reserve.

Descasque as maças, corte-as ao meio e retire as sementes. Fatie cada metade formando meias-luas. Coloque numa tigela e regue-as com o sumo de limão. Misture bem para que não oxidem e fiquem pretas.

Unte uma forma refratária com manteiga e vá sobrepondo as fatias, todas no mesmo sentido de modo a formar uma escama. Espalhe a farofa sobre as maças e aperte delicadamente. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 10 minutos. Retire o papel alumínio e deixe assar por mais 5 minutos ou até que a crosta de aveia esteja dourada. Sirva quente ou frio.

Bom apetite!

Observações:

Esta receita foi tirada do site:

Eu, quando fiz, coloque 2 chávenas de aveia.
E precisei deixar mais tempo no forno para ficar bom. Acho que uma 1/2 hora.
Ah! E coloquei duas colheres de uvas passas: D





sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012




                                        A pipoca  
                                                                                      
                                                                                                                 Rubem Alves


...Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos.Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação...



Leia todo o texto:

http://www.releituras.com/rubemalves_pipoca.asp


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dicas de alimentação: abacate






Valor nutritivo

Abacate cru
(valor nutritivo por 100g)[11]
água: 73,23 gresíduos totais: 1,58 gfibras: 6,7 gvalor energético: 160 kcal
proteínas: 2,00 glípidos: 14,66 gglícidos: 8,53 gaçúcares simples: 0,66 g
oligoelementos
potássio: 485 mgmagnésio: 29 mgfósforo: 52 mgcálcio: 12 mg
sódio: 7 mgzinco: 640 µgferro: 550 µgcobre: 600 µg
vitaminas
vitamina C: 10,0 mgvitamina B1: 67 µgvitamina B2: 130 µgvitamina B3: 1 738 µg
vitamina B5: 1 389 µgvitamina B6: 257 µgvitamina B9: 0 µgvitamina B12: 0 µg
vitamina A: 146 UIretinol: 0 µgvitamina E: 2,07 µgvitamina K: 20 µg
ácidos graxos
saturados: 2 126 mgmonoinsaturados: 9 799 mgpoliinsaturados: 1 816 mgcolesterol: 0 mg

Composição

Tem mais de 30% de gorduras (extraída comercialmente da semente, como do mesocarpo do fruto e de aplicação cosmética [5] ), é rica em açúcares e vitaminas e possui um dos mais elevados teores de proteínas e vitamina A dentre as frutas. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6 [6] , além da vitamina A [7] .É consumido isoladamente ou em saladas [8] temperadas com molhos, como no guacamole, prato da culinária mexicana, ou como sobremesa, batido com leite e açúcar ou com açúcar e limão, em Moçambique e no Brasil.
Ler mais:

Delicioso:
Bem amassado com açúcar e limão;
Batido no liquidificador com leite e açúcar;
Também batido no liquidificador com banana ou outras frutas de sua preferência. Para ficar ainda mais nutritivo, podes acrescentar aveia.
Nas saladas, picado aos cubos;
No prato mexicano guacamole, amassado com tomates bem picadinhos, coentros, limão, alho, pimenta.
Bom apetite!




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Encontrando soluções: D

Portugueses mudam de vida devido à crise



A crise obriga a mudar de vida. Mas que hábitos e comportamentos vamos alterar? O que pode surgir de novo na organização do quotidiano? Falámos com investigadores e registámos transformações que poderão ocorrer, para lá de comer mais em casa ou andar de autocarro.


Continua a ler:
http://www.publico.pt/Sociedade/em-2012-vamos-conhecer-o-vizinho-cuidar-da-horta-e-integrar-uma-associacao-1530217

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sopa de couve c/ gengibre

Ingredientes:

3 batatas médias
1 courgete
1 cebola
1 cenoura
sal q.b.
1 pedaço pequeno de gengibre
1 colher (chá) de açafrão
250 grs de couve-lombarda, ou outra de sua escolha
1 dl. de azeite
1 ramo de hortelã

1- Descasque as batatas, a courgete, a cebola, a cenoura e o gengibre. corte-os em pedaços pequenos e leve-os a cozer em água temperada com o sal.

2- Quando os legumes estiverem cozidos, triture-os até obter um purê cremoso. Adicione o açafrão e a couve cortada miudamente.

3- Quando tudo estiver cozido, adicione o azeite e a hortelã e retire do lume.

Bom apetite!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Informações interessantes sobre o gengibre



http://www.performance.pt/html/fitoterapia_desc.asp?id=52

Os poderes do gengibre

Os poderes do gengibre
Gengibre trata problemas digestivos, circulatórios e dores articulares. Gengibre é saboroso. Conheça o gengibre e aprenda a introduzi-lo nos seus hábitos alimentares.
Com folhas em forma de lança e raízes com aspecto característico e inconfundível, o gengibre é uma planta ancestral que, devido às suas propriedades, se diz ser oriundo do Jardim do Éden. Zingiber deriva de uma palavra de origem Sânscrita que significa “forma de chifre”, em referência às protusões na raiz da planta.
Nativo da Ásia, cresce ao longo dos trópicos, em especial entre a Índia e a China, sendo a sua propagação feita através da divisão da raiz. Desenvolve-se bem em solos férteis e necessita de muita chuva, chegando a atingir 1,2 metros. O seu rizoma é retirado ao fim de 10 meses. Depois de lavado é posto de molho, sendo por vezes fervido e pelado.
Utilizado como especiaria devido ao seu aroma e sabor muito característicos, a raiz de gengibre é também usada medicinalmente com diversos fins. Rica em óleo essencial (2 a 3%) como o zingibereno, geraniol e linalol, possui ainda substâncias que lhe dão um sabor acre e picante: osgingeróis e soagóis (presentes na fracção resinosa), amido (60%), lecitinas, proteínas e sais minerais. Devido à natureza dos seus constituintes, o gengibre tem uma acção estimulante da secreção salivar e gástrica, aumentando o tónus da musculatura intestinal e o peristaltismo, sendo estas acções atribuídas às substâncias picantes. Além desta acção, o gengibre é também um excelente antiemético natural no combate aos enjoos das viagens. Tem ainda um efeito positivo em situações de problemas respiratórios (gripes e constipações), como excelente antiséptico e anti-inflamatório. Devido às suas características pungentes (picantes), ogengibre é também um estimulante circulatório, podendo ajudar em casos de frieiras e má circulação nas mãos e nos pés.
Utilização e aplicações medicinais
Quer como aperitivo, antiemético, no combate aos enjoos ou nas afecções respiratórias, a raiz de gengibre tem de facto revelado, quer pelos estudos científicos, quer pela utilização tradicional, ser uma óptima ajuda em diversos casos. A Comissão E* aprovou a sua utilização em problemas dispépticos e na prevenção de sintomas da cinetose (tonturas, náuseas, eventualmente vómitos, palidez e suor que podem ser causados por veículos em movimento).
Já no que respeita à administração do gengibre nos enjoos da gravidez, a Comissão E* não a recomenda. No entanto, não existem evidências que as doses terapêuticas mencionadas pela Comissão E* para a actividade anti-nauseante produza algum tipo de efeito perigoso, quer para a mãe, quer para o feto. Pensa-se que esta contra-indicação advenha de estudos realizados sobre a utilização de compostos isolados do gengibre.
A medicina tradicional chinesa utiliza amplamente esta planta, incluindo para tratamento dos enjoos da grávida, sem qualquer tipo de advertência. Contudo, e dado se tratar de uma situação especial, é sempre conveniente o aconselhamento médico. Os orientais costumam ainda aplicar compressas de gengibre sobre zonas dolorosas, para aliviar dores articulares e musculares.
Dosagens recomendadas
Quer por cozimento ou infusão, em comprimidos, cápsulas ou tintura, o gengibre pode ser consumido de várias maneiras.
Para uma infusão ou cozimento, podem-se adicionar 0,6 a 2g de rizoma de gengibre por chávena. Beber três chávenas por dia.
Em comprimidos, a dose será cerca de 500mg de pó três vezes por dia, antes das refeições.
Se for utilizada uma tintura, 30 a 50 gotas (1:5) uma a três vezes por dia.


Acompanhe-nos: amanhã, uma receita com gengibre. Deliciosa!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Palavra é mantra

Texto extraído do livro: Quando é Preciso Ser Forte, do educador e filósofo DeRose.

PALAVRA É MANTRA:
PRONUNCIE CORRETAMENTE COM Ô FECHADO

Pronunciar um mantra erradamente pode desencadear forças desconhecidas com efeitos imprevisíveis. Recordemos o caso daquele professor de "yóga" do Rio de Janeiro (Vayuánanda, aliás, capitão Carlos Ovídio Trota) que ensinava o bíjá mantra errado para o chakra do coração - usava  pam no lugar de yam - e morreu de ataque cardíaco. Uma coincidência, certamente!

Se o mantra que designa esta filosofia de poder, saúde, amor e união, pronuncia-se Yôga, com ô fechado, quem pronunciar erradamente "yóga" com ó aberto, não conseguirá entrar em sintonia com o seu clichê arquivado no inconsciente coletivo ou registro akáshiko. Por isso, tais pessoas não conseguem poder, saúde, amor nem união, mas seus opostos.

Quando os Mestres ancestrais determinaram o som mântrico Yôga, com ô fechado, para designar a nossa filosofia, eles sabiam muito bem o que estavam fazendo e a ninguém mais cabe a arrogância de achar que pode alterar impunemente o nome do Yôga.  

Muito da força que os mantras possuem deve-se ao conhecimento dos Mestres que souberam elaborá-lo numa alquimia de vibrações. Mas outro tanto do seu poder é adquirido com o passar dos séculos, cujo tempo impregna-o cada vez mais profundamente no inconsciente coletivo da humanidade. E, ainda, um outro tanto é gerado pela multiplicação quantitativa de pessoas que usam e veneram tais mantras, imantando-os com o poder dos seus próprios inconscientes individuais, prána, mente e ânima. No caso da palavra Yôga, com ô fechado, temos todos esses três fatores:

a) foi criado pelos Mestres ancestrais;
b) tem milhares de anos de antiguidade;
c) vem sendo utilizado e venerado por milhões de pessoas em cada geração, há milênios.

Continue a ler: página 366 do Ser Forte, DeRose, Ed. Nobel.